Postado por: Cynthia Howlett em: ● 28 de março de 2010
Oi Gente,
Hoje lendo o Blog do Gabeira, fiquei sabendo desse movimento de moradores e amigos de Itacoatiara, um pedaço do paraíso em Niterói-RJ, que visa apressar a votação na Câmara dos Vereadores do projeto de lei 050/2009, que proíbe construções multifamiliares e novos pontos de comércio no bairro. Receando mudanças na rica paisagem e a construção de apartamentos na região, o empresário Eduardo Barcellos, de 36 anos, criou o site Preserveassim.org para colher assinaturas e pressionar os vereadores a analisarem a proposta. Foi criado ainda um perfil no Facebook para divulgar e estimular o debate sobre o assunto.
Ei ja fui lá e dei minha assinatura na petição. Faça o mesmo!
Bjs!
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 27 de março de 2010
Hoje passei uma noite de Big Brother, dormi monitorada, muito louco… O tema do Alternatica Saúde era Sono e decidimos fazer uma matéria no Instituto do Sono, em SP. e para isso eu precisaria passar a noite lá para analisarem a qualidade do meu. Cheguei tarde, por volta das oito horas da noite, cansada de uma ponte aérea complicada e muuuuito trânsito devido a fortes chuvas. Fui recebida pela Dra. Luciane Fujita que me informou como seriam realizados todos os procedimentos. Meu Deus… Comecei a ficar um pouco nervosa e assustada… Será que ia conseguir dormir????? A assistente entrou no meu quarto (confortável) e começou a plugar eletrodos na minha cabeça, no meu peito, nas pernas, no nariz… Eram muitos fios pelo corpo todo, cada um com uma função diferente. Como conseguir relaxar e ter uma boa noite toda plugada???? Por volta das onze horas acabei a gravação, jantei um sushi que pediram para mim e fui informada que precisaria deitar e dormir para ter o tempo necessário de sono para realizar o exame. Nossa! Mas nem um livro? Um pouco de TV ???? Nada. Tinha que dormir rápido. Minha sorte é que nunca tive muito problema nesse aspecto, na verdade eu apago, mas essa era uma situação um pouco diferente…. O final da história você assite no Programa Alternativa Saúde dia 20 de abril.
Descobri muita coisa que nem imaginava… Incrível como uma boa noite de sono pode influenciar na nossa qualidade de vida!
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 27 de março de 2010
Impressionante o que a dupla de artsitas plásticos Mirko Siakkou-Flodin e Yong Ho Ji fazem utilizando-se de um material tão nocivo ao meio ambiente. Vale conferir!

arte com pneus

arte com pneus

arte com pneus
Veja mais aqui SweetStation e aqui Theme Magazine
Saiba mais sobre a relação Pneus X Meio Ambiente X Saúde
O resíduo de pneu é um problema crescente e grave de saúde pública, particularmente em países de climas tropicais, já que empilhados servem de criadouros para mosquitos transmissores de dengue, febre amarela e malária. A queima desse resíduo também cria uma ameaça perigosa. Ela libera óleo pirolítico, que contém produtos químicos tóxicos e metais pesados capazes de produzir efeitos adversos à saúde, como perda de memória, deficiência no aprendizado, supressão do sistema imunológico, danos nos rins e fígado. Esse óleo pode viajar longas distâncias, contaminando solo e água, além de penetrar em lençóis freáticos. Estudos demonstram que a poluição de águas causada pelo escorrimento derivado da queima de pneus pode durar até 100 anos.
A queima do pneu emite ainda fumaça tóxica e pode representar riscos de mortalidade prematura, deterioração das funções pulmonares, problemas do coração, depressão do sistema nervoso e central. A céu aberto, ela é 13.000 vezes mais mutagênica que a queima de carvão em instalações bem desenhadas e operadas apropriadamente. E a incidência de incêndios de pneus é bastante comum.
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 24 de março de 2010
Educar é dar sentido. É dar sentido ao nosso estar no mundo. Nossos corpos precisam desse sentido para se realizar plenamente. Mas também nossos corpos são vazios de imagens e elas precisam fazer parte da nossa mente para possamos dar respostas ao que se nos apresenta diuturnamente como desafios da existência. É por isso que não basta dar alimento apenas ao corpo, é preciso também alimentar a alma, o espírito. Sem comida o corpo enfraquece e sem sentido é a alma que se entrega ao vazio da existência.
A educação tradicional entre os povos indígenas se preocupa com esta tríplice necessidade: do corpo, da mente e do espírito. É uma preocupação que entende o corpo como algo prenhe de necessidades para poder se manter vivo.
Esta visão de educação é sustentada pela idéia de que cada ser humano precisa viver intensamente seu momento. A criança indígena é, então, provocada para ser radicalmente criança. Não se pergunta nunca a ela o que pretende ser quando crescer. Ela sabe que nada será se não viver plenamente seu ser infantil. Nada será por que já é. Não precisará esperar crescer para ser alguém. Para ela é apresentado o desafio de viver plenamente seu ser infantil para que depois, quando estiver vivendo outra fase da vida, não se sinta vazia de infância. A ela são oferecidas atividades educativas para que aprenda enquanto brinca e brinque enquanto aprende num processo contínuo que irá fazê-la perceber que tudo faz parte de uma grande teia que se une ao infinito.
Num mesmo movimento ela vai sendo introduzida no universo espiritual. Embalada pelas histórias contadas pelos velhos da aldeia, a criança e o jovem passam a perceber que em seu corpo moram os sentidos da existência. Este sentido é oferecido pela memória ancestral concentrada nos velhos contadores de histórias. São eles que atualizam o passado e o fazem se encontrar com o presente mostrando à comunidade a presença do saber imemorial capaz de dar sentido ao estar no mundo.
Este processo todo é alimentado por rituais que lembram o passado para significar o presente. São movimentos corpóreos embalados por cantos e danças repetidos muitas vezes com o objetivo de “manter o céu suspenso”. A dança lembra a necessidade de sermos gratos aos espíritos criadores; contam que precisamos de sentidos para viver dignamente; ordena a existência. Cada grupo de idade ritualiza a seu modo. Cada um se sente responsável pelo todo, pela unidade, pela continuidade social.
Educar é, portanto, envolver. É revelar. É significar. É mostrar os sentidos da existência. É dar presente. E não acaba quando a pessoa se “forma”. Não existe formatura. Quem vive o presente está sempre em processo.
É por isso que a criança será sempre criança. Plenamente criança. Essa é a garantia de que o jovem será jovem no seu momento. O homem adulto viverá sua fase de vida sem saudades da infância, pois ele a viveu plenamente. O mesmo diga-se dos velhos. O que cada um traz dentro de si é a alegria e as dores que viveram em cada momento. Isso não se apaga de dentro deles, mas é o que os mantém ligados ao agora.
Resumo da ópera: A educação tradicional indígena tem dado certo. As pessoas se sentem completas quando percebem que a completude só é possível num contexto social, coletivo. Cada fase porque passa um indígena – desde a mais tenra idade – alimenta um olhar para o todo, pois o conhecimento que aprendem e vivem é um saber holístico que não se desdobra em mil especialidades, mas compreende o humano como uma unidade integrada a um Todo maior e Único.
Olhar os povos indígenas brasileiros a partir de uma visão rasa de produção, de consumo, de riqueza e pobreza é, no mínimo, esvaziar os sentidos que buscam para si.
Pense nisso.
(créditos) Daniel Munduruku · Lorena (SP)
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 18 de janeiro de 2010
O ano mal começou e grandes tragédias já marcaram presença, deixando o sentimento de incapacidade e impotência dentro de cada um de nós.
O que será da vida desses familiares que ficaram? E de nós quando a natureza realmente se manifestar para todos? Depois do acontecimento em Angra dos Reis, mais especificamente na Ilha Grande, agora as manchetes se voltam para o Haiti. Perdemos lá uma grande mulher e guerreira, Zilda Arns, responsável pela Pastoral da criança, e que estava justamente ajudando aquela população tão sofrida.
E agora Obama? Continuamos com a guerra? Não é hora de honrar seu prêmio Nobel da Paz e colocar sua tropa para ajudar quem precisa?
Que seja o que Deus quiser… E nós também…
Para aqueles que quiserem, seguem algumas formas de enviar ajuda para o Haiti:
Acessar www.artistsforpeaceandjustice.com e fazer sua doação diretamente pelo site
O Banco do Brasil também abriu uma conta corrente especificamente para doações. Os recursos recebidos serão administrados diretamente pela Embaixada do Haiti no Brasil. Os dados da conta corrente, em nome de SOS Haiti, são:
Agência 1606-3 – Conta corrente 91.000-7. Os depósitos podem ser feitos de qualquer parte do Brasil e também do exterior.
VivaRio
Doações internacionais
Banco do Brasil – Account number: 001176980000051136 – Swift code: BRASBRRJRJO
Doações no Brasil
Banco do Brasil – Agência: 1769-8 – Conta: 5113-6 – Favorecido: VIVA RIO DOAÇÕES – CNPJ: 00343941/0001-28
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 16 de dezembro de 2009
Lançado oficialmente no dia 07/12/2009 em Copenhague, o Ecosia é um novo sistema de buscas que vai doar 80% de sua verba publicitária para o WWF. O projeto é desenvolvido por uma empresa alemã em parceria com Yahoo e Microsoft, responsável pelo search engine Bing, e vai permitir aos usuários salvarem 2 m2 de Floresta Amazônica na região do Rio Juruena-Apui, ao clicarem em links patrocinados nos resultados da busca.
Conheçam: www.ecosia.org
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 16 de dezembro de 2009
Você já imaginou sua vida hoje sem o Google? Praticamente toda procura na internet tem a ferramenta de busca mais famosa do mundo com ponto de partida. O que talvez você não saiba é que é possível colaborar com a saúde do nosso planeta ao usufruir deste serviço. Isso mesmo, desde agosto de 2009 o Eco4Planet, site de buscas que utiliza a tecnologia do Google, efetua o plantio de 1 árvore para cada 50 mil acessos ao seu site. Além disso, sua interface com fundo preto colabora para a redução de 20% no consumo de energia pelo computador se comparado à tela branca.
Taí mais uma prova de que iniciativas simples podem ter um grande impacto prático e de conscientização.
Se você acha a idéia interessante, comece já a fazer parte da iniciativa. Veja aqui de que forma você pode ajudar a divulgar o Eco4Planet.
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 16 de dezembro de 2009
Após testes recentes realizados pela Revista Pro teste, 3 marcas de sabão em pó demonstraram-se menos nocivas ao meio ambiente hídrico, já que, por terem menos fosfatos e tensoativos prejudicam menos os ecossitemas aquáticos.
A Marca Tixan Ipê saiu na frente, pois além de ser mais eficiente para tirar manchas, branquear os brancos e desbotar menos os coloridos, tem menor impacto sobre o meio ambiente.
Mas os campeões em redução de impactos ambientais, mesmo não sendo tão eficientes contra manchas e etc, são Ariel Oxy Azul Max e Ace Solução Anil. Lembre-se bem desses nomes nas próximas visitas ao supermercado.
Veja abaixo as páginas da revista com os detalhes dos testes e passem a informação adiante.
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 6 de outubro de 2009
O que nos leva a querer passar dias caminhando, num lugar incomum, longe de casa?
Isso tudo você vai poder descobrir no “Especial Peru” série de programas que vai ao ar este mês no meu programa no GNT “Alternativa Saúde”. Mas quero adiantar algumas coisas em primeira mão aqui pros leitores do blog.
À convite do meu amigo Manoel Calmon eu e outros jornalistas partimos para o Peru para conhecer a trilha de Salkantay, que leva à Machu Picchu. Eu já havia estado nessa cidade mágica há oito anos atrás, só que pela trilha mais conhecida utilizada por todos os turistas. O especial dessa viagem foi chegar lá por um caminho mais preservado e muito mais charmoso.
A viagem é longa, com muitas conexões, principalmente para quem sai do Rio. São no total quase 12 horas até chegar em Cusco, uma cidade linda a 4.200 m de altitude, no meio das montanhas nevadas. Fomos no inverno, faz frio a noite e calor durante o dia. O clima é bem seco e por causa da altitude falta ar a cada passo.
Logo na nossa chegada a Cusco sentimos a tonteira da altitude, misturada ao cansaço da viagem. Ficamos no hotel Casa Andina, lindo… Aproveitamos o primeiro dia para conhecer a cidade, a cultura local e principalmente a gastronomia peruana. Fomos ao mercado central, ao teatro e comemos em ótimos restaurantes (obs: jantamos no MAP, uma delicia e o lugar é bacana, recomendo). No dia seguinte descançamos para começar nossa caminhada.
Fomos recebidos assim que chegamos pelos guias, Guido e Dalmiro, que nos passaram dicas importantes para conseguir fazer a trilha sem ter problemas com a altitude. Beber muuuuuuita água, tomar muuuuuuuuuuito chá de coca, comer leve, e levar aspirinas.
No primeiro dia de caminhada fomos visitar uma lagoa mágica, que eles chamam de lagoa Sagrada, um espetáculo da natureza, verde esmeralda, água cristalina e glacial. Foi nesse lugar que fizemos nosso primeiro ritual xamã, agradecendo a pachamama, mãe terra, por estar ali. Cada um de nos assoprou três vezes na folha de coca para pedir proteção as montanhas, os “opus”, durante nossa caminhada.
E assim partimos, cada um com seu objetivo, no seu ritmo, do seu jeito… Foram seis dias caminhando praticamente o dia todo pelas montanhas andinas. Os três primeiros dias certamente foram os mais difíceis, com muita subida e pouco ar até chegar ao local mais alto da trilha de 4.600 m. O apoio dos guias e a opção de subir nos cavalos que nos acompanhavam ajudava a não desistir. Sem falar da recompensa no final do dia, jacuzzi, massagens, um serviço de primeira qualidade. São ao todo quatro “lodges” pelo caminho que só são acessíveis a pé. Cada um mais especial do que o outro. Chalés integrados na natureza, super charmosos, com um serviço de primeira qualidade.
O que certamente fez toda diferença nessa viagem foi a forma que fomos recebidos. Guias super informados, responsáveis, preocupados, chefes de cozinha excelentes, chalés com todo conforto e um visual inesquecível.
O dessa trilha é o esquema que eles fizeram de conseguir caminhar seis dias sem ver carro, sem cruzar com turistas, apenas com locais, dormindo em chalés rústicos, integrados na natureza com toda mordomia e comendo-se muito bem. Isso era essencial para repor as energias e continuar andando. E a recompensa da chegada: Machu Picchu, que lugar incrível, mágico, que nos faz refletir sobre outras civilizações, o poder do ser humano, a força da natureza, os mistérios da vida….
Imperdível:
• Trilha de Salkantay com hospedagem no Mountain Lodges of Peru
• Conhecer Cusco e dar uma volta no mercado central
• Conhecer a gastronomia peruana e tomar uns sucos diferentes
• Jantar no MAM em Cusco, no meio do museu
• Assisitir a uma peça local no teatro de Kusikay em Cusco
• Hotel Aranwa em Urubamba, melhor spa que já visitei
• Hotel Sumaq em Aguas Calientes, ótimo spa e o melhor ceviche que ja comí
• Experimentar o pisco sauer, uma caipirinha de lá, feita de clara de ovo, pisco, limão e açúcar
• As roupas peruanas são lindas, em especial os blusões de lã de alpaca
Postado por: Cynthia Howlett em: ● 23 de setembro de 2009

Está certo que, muito mais do que estarem preocupados com o meio ambiente, lá no fundo o que os grandes produtores de plástico temem é uma grande redução no consumo de um de seus principais produtos em função das diversas campanhas de conscientização que colocam as sacolas plásticas como grande vilão ambiental.
É aí que entra a W Brasil, levando até os consumidores uma campanha super bonita e muito bem produzida, que tem por objetivo convencer a nação que as tais sacolinhas plásticas não são assim tão malvadas. O vídeo mostra criancinhas jogando bolas feitas com sacos plásticos, donas de casa limpando a sujeira do cachorro e atletas usando o produto como saco de gelo. No site, são apresentadas outras diversas dicas de reutilização (algumas até meio esquisitas), locais e métodos de reciclagem e uma calculadora que aponta a redução de consumos proporcionada pelo uso de sacolas mais resistentes.
A campanha tem criado polêmica. Eu, particularmente, acho que devemos sempre ver o lado positivo das coisas. Por mais que a indústria possa estar mais preocupada com a questão comercial do que ambientalmente comprometida, está aí uma chance real de reduzirmos a quantidade de sacolas plásticas sendo depositadas em esgotos, rios, vias fluviais e lixões.
Se é extremamente utópico achar que vamos eliminar esse vilão das nossas vidas, reduzir o consumo já é um passo consistente rumo à conservação do planeta.